https://www.imosver.com/es/libros/historias-da-areia-00101268030010126803HISTÓRIAS DA AREIA13.05«As mulheres de Isabelle Eberhardt [Genebra, Suíça, 1877 - Aïn Séfra, Algéria, 1904] sofrem com um desejo de liberdade no amor que a cultura islâmica proíbe, vivem amores nómadas dramáticos quando nãohttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989856629.jpgLibrosLibros/NOVELAEn stockSISTEMA SOLAR000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989856629.jpg00103302940010478306001049730513.7450.692013/01/019789898566294Eberhardt, IsabelleLibrosaño_2013idioma_PortuguésPautor_Eberhardt, Isabellesaga_SEM COLEÇAO
Este tipo de cookies permiten al usuario la navegación a través de una página web, plataforma o aplicación y la utilización de las diferentes opciones o servicios que en ella existan.
imosverlaravel_session
Descripción
Esta cookie es necesaria para que el sitio web funcione y no se pueden desactivar en nuestros sistemas
Duración
Sesión
Dependencias
Dominio
imosver.com
OCT8NE
Descripción
Esta cookie se utiliza para el correcto funcionamiento del Chat de Oct8ne para prestar el servicio de atención al cliente al usuario
Son aquéllas que posibilitan el seguimiento y análisis del comportamiento de los usuarios en nuestra página. La información recogida se utiliza para la medición de la actividad de los usuarios en la web y la elaboración de perfiles de navegación de los usuarios.
_clsk
Descripción
Registra datos estadísticos del comportamiento del visitante en la web. Esto se utiliza para análisis internos por el operador de la web
Duración
1 año
Dependencias
_clsk,MUID,_clck
Dominio
logglytrackingsession
Descripción
Identifica y registra la sesión del usuario con fines analíticos.
Duración
Sesión
Dependencias
Dominio
.imosver.com
GOOGLE_ANALYTICS
Descripción
Registra una identificación única que se utiliza para generar datos estadísticos acerca de cómo utiliza el visitante el sitio web.
Duración
1 año
Dependencias
Dominio
.imosver.com
Son aquellas que nos permiten adaptar la navegación en nuestra página web a sus preferencias (Ej. Idioma, navegador utilizado, …etc)
_fbp
Descripción
Utilizado por Facebook para ofrecer una serie de productos publicitarios, como ofertas en tiempo real de terceros anunciantes.
«As mulheres de Isabelle Eberhardt [Genebra, Suíça, 1877 - Aïn Séfra, Algéria, 1904] sofrem com um desejo de liberdade no amor que a cultura islâmica proíbe, vivem amores nómadas dramáticos quando não transcendidos pela fé; os seus homens europeus sofrem o feitiço oculto no infinito das dunas e na solidão reveladora do "outro", místico e esotérico, transcendido com o esplendor magnífico dos elementos, vivem embriagados por um amor que opõe o Oriente e o Ocidente, e por ambos reprovado. Muitos traços destas personagens masculinas e femininas podem ser-lhe atribuídos, podem ser consideradas habitantes dos painéis de uma fragmentada e romanceada autobiografia raras vezes decidida a assumir-se com um explícito "eu". Isabelle Eberhardt, com uma prosa generosamente adjectivada que o calor do seu olhar exige, apaixonada por ruídos, cheiros, cores, sabores, ainda assim não deixa de fazer pesar nesta festa e nesta imemorial beleza uma presença de morte. Da morte que nunca a assustou, a benfazeja, a que inspira aos muçulmanos esta saudação: "Faça-te Deus morrer jovem." Ela própria reconhece-o nesta frase: "A morte sempre me surgiu com a forma atraente da sua imensa melancolia."» [à] «"Bebia de mais", diz Robert Randau. "Era a única coisa que contrastava com a sua profunda aceitação da fé muçulmana. Sim, tinha a religiosidade intensa dos místicos e dos mártires. Vivia como um homem, como um rapaz, porque bem mais parecia rapaz do que rapariga. Mas era, com o seu ar de hermafrodita, apaixonada e sensual embora diferente de uma mulher. Ainda por cima com o peito completamente plano. Tinha pequenas vaidades, embora bem mais fossem as de um árabe elegante. Trazia as belas mãos sempre enfeitadas com henna, a roupa sempre imaculada, e quando tinha dinheiro punha desses perfumes muito intensos que os árabes adoram.ö» da Apresentação de Aníbal Fernandes