https://www.imosver.com/es/libros/manon-lescaut-00101267970010126797MANON LESCAUT13.98Cocteau: «Um perfume libertino de pó-de-arroz, vinho na toalha e cama desfeita. As duas personagens estão cobertas com o óleo que há nas penas do cisne, o que lhe permite chapinhar na água sem se conshttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989856663.jpgLibrosLibros/NOVELAEn stockSISTEMA SOLAR000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989856663.jpg14.7250.742014/01/019789898566638Prévost, PadreLibrosaño_2014idioma_PortuguésPautor_Prévost, Padresaga_SEM COLEÇAO
Este tipo de cookies permiten al usuario la navegación a través de una página web, plataforma o aplicación y la utilización de las diferentes opciones o servicios que en ella existan.
imosverlaravel_session
Descripción
Esta cookie es necesaria para que el sitio web funcione y no se pueden desactivar en nuestros sistemas
Duración
Sesión
Dependencias
Dominio
imosver.com
OCT8NE
Descripción
Esta cookie se utiliza para el correcto funcionamiento del Chat de Oct8ne para prestar el servicio de atención al cliente al usuario
Son aquéllas que posibilitan el seguimiento y análisis del comportamiento de los usuarios en nuestra página. La información recogida se utiliza para la medición de la actividad de los usuarios en la web y la elaboración de perfiles de navegación de los usuarios.
_clsk
Descripción
Registra datos estadísticos del comportamiento del visitante en la web. Esto se utiliza para análisis internos por el operador de la web
Duración
1 año
Dependencias
_clsk,MUID,_clck
Dominio
logglytrackingsession
Descripción
Identifica y registra la sesión del usuario con fines analíticos.
Duración
Sesión
Dependencias
Dominio
.imosver.com
GOOGLE_ANALYTICS
Descripción
Registra una identificación única que se utiliza para generar datos estadísticos acerca de cómo utiliza el visitante el sitio web.
Duración
1 año
Dependencias
Dominio
.imosver.com
Son aquellas que nos permiten adaptar la navegación en nuestra página web a sus preferencias (Ej. Idioma, navegador utilizado, …etc)
_fbp
Descripción
Utilizado por Facebook para ofrecer una serie de productos publicitarios, como ofertas en tiempo real de terceros anunciantes.
Cocteau: «Um perfume libertino de pó-de-arroz, vinho na toalha e cama desfeita. As duas personagens estão cobertas com o óleo que há nas penas do cisne, o que lhe permite chapinhar na água sem se conspurcar.» No inferno destas duzentas páginas ouvimos da voz humana, e ao seu nível mais patético, os exorcismos, as ameaças, os gritos da revolta e do desespero, o sopro das encarniçadas forças de um herói de amor em luta contra as proibições da família, da religião, da ordem social e da sua própria fatalidade. Se a procura do absoluto é o que pedimos à poesia, o cavaleiro Des Grieux é um poeta da vida à procura de Manon Lescaut, o seu absoluto. Na posse de Manon Lescaut reside a sua única pacificação metafísica, a sua única justificação do universo. Com a amante desaparecida, só lhe resta morrer ou arrastar-se por uma má vida tão apodrecida como a morte. [Gilbert Lély] O padre Prévost ficou-nos como romancista. Escreveu histórias alongadas por muitos volumes, como pedia o gosto da sua época, e em sete títulos intitulou-se «homem de qualidade que se retirou do mundo» para contar com habilidade formal enredos pretendidos como memórias, as de um marquês observador, ouvidor, condoído e apaixonado por singulares destinos que ao pé dele se denunciavam. Quando chegou ao sétimo, chegou também ao seu mais perdurável momento nas letras, o da história com nome extenso e que a popularidade reduziu a Manon Lescaut; por outros escritores muito apreciada, e conhecemos disto exemplos como os de Sainte-Beuve, Musset, Flaubert, Maupassantà entre os seduzidos pelo seu lado elegante e frívolo, pelo seu amor louco. Teve o desdém de Napoleão: «É bom para porteiras.» Teve a perplexidade de Montesquieu, que nas histórias só gostava da clareza dos bons e dos maus, e se perdia quando lhe davam misturadas tintas: «O herói é um gatuno e a heroína uma dissoluta.» Jean Cocteau foi dos melhores quando escreveu para este romance uma das suas frases: «Cortejo de archotes com jogadores, trapaceiros, bebedores, debochados, devassas da polícia. [à] Um perfume libertino de pó-de-arroz, vinho na toalha e cama desfeita. As duas personagens estão cobertas com o óleo que há nas penas do cisne, o que lhe permite chapinhar na água suja sem se conspurcar.» [Aníbal Fernandes]