https://www.imosver.com/es/libros/os-ultimos-dias-da-monarquia-00101346140010134614OS ÚLTIMOS DIAS DA MONARQUIA11.18"1908 - 1910: DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu comhttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789896/978989677000.jpgLibrosLibros/HISTORIASin stock temporalmenteZEFIRO EDIÇOES000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789896/978989677000.jpgTER0000842001013460311.7750.592009/08/019789896770006MORAIS, JORGELibrosaño_2009idioma_PortuguésPautor_MORAIS, JORGEsaga_VENTOS DE...
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"1908 - 1910: DA ESPERANÇA DE TRÉGUAS À INSTAURAÇÃO DA REPÚBLICA Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.» A TRÉGUA FRUSTRADA: O DESCONHECIDO ""PACTO LIBERAL"" DE 1908 ENTRE REPUBLICANOS E MONÁRQUICOS Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o "benefício da dúvida" e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o "Pacto Liberal" (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história "oficial" do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns. «Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período.» «Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes [à]. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.» Prof. Doutor António Reis in Prefácio"