Com este livro procurou-se dar um contributo para a compreensão da grande crise que afectou as casas bancárias da Madeira na primeira metade do século XX, embora os efeitos económicos, sociológicos e psicológicos tenham ido além. As soluções tomadas por Salazar, enviesadas pelas intrigas e jogos de poder, deveriam ter sido outras, designadamente a fusão das diferentes casas bancárias. Salazar deixou-se enredar na teia de interesses dos seus apoiantes locais porque precisava, então, de dispor de um núcleo duro de apoio político no Funchal, como meio instrumental do seu processo de consolidação de poder. Neste contexto, Salazar como Ministro das Finanças e, depois, como Presidente do Conselho tornou-se, assim, o coveiro da falência da Banca Madeirense e o principal culpado desta crise gravíssima que espoliou a população da Madeira das poupanças depositadas na Banca, com realce para a Henrique Figueira da Silva, a maior casa bancária do Funchal e, durante algum tempo de grande confiança.****************** ******************************** O trabalho Salazar na crise da Banca Madeirense procura analisar e interpretar os elementos de informação recolhidos sobre a grave crise que afectou os estabelecimentos bancários sedeados na Ilha da Madeira, na primeira metade do século XX, levando-os quase todos à falência.******************************** ********************* Como vem sendo meu hábito, incluo também na publicação alguns poemas, que aprecio, prestando assim uma homenagem muito singela aos poetas seleccionados. À minha neta, Maria Pereira, agora com 13 anos, mais uma vez a desafiei para um poema de sua autoria e fica aqui expresso o meu reconhecimento por ter correspondido. [POEMAS: - AS PESSOAS SENSÍVEIS, Sophia de Mello Breyner; - EPÍGRAFE PARA A ARTE DE FURTAR, Jorge de Sena; - SUBMISSÃO, Maria Pereira]
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Com este livro procurou-se dar um contributo para a compreensão da grande crise que afectou as casas bancárias da Madeira na primeira metade do século XX, embora os efeitos económicos, sociológicos e psicológicos tenham ido além. As soluções tomadas por Salazar, enviesadas pelas intrigas e jogos de poder, deveriam ter sido outras, designadamente a fusão das diferentes casas bancárias. Salazar deixou-se enredar na teia de interesses dos seus apoiantes locais porque precisava, então, de dispor de um núcleo duro de apoio político no Funchal, como meio instrumental do seu processo de consolidação de poder. Neste contexto, Salazar como Ministro das Finanças e, depois, como Presidente do Conselho tornou-se, assim, o coveiro da falência da Banca Madeirense e o principal culpado desta crise gravíssima que espoliou a população da Madeira das poupanças depositadas na Banca, com realce para a Henrique Figueira da Silva, a maior casa bancária do Funchal e, durante algum tempo de grande confiança.****************** ******************************** O trabalho Salazar na crise da Banca Madeirense procura analisar e interpretar os elementos de informação recolhidos sobre a grave crise que afectou os estabelecimentos bancários sedeados na Ilha da Madeira, na primeira metade do século XX, levando-os quase todos à falência.******************************** ********************* Como vem sendo meu hábito, incluo também na publicação alguns poemas, que aprecio, prestando assim uma homenagem muito singela aos poetas seleccionados. À minha neta, Maria Pereira, agora com 13 anos, mais uma vez a desafiei para um poema de sua autoria e fica aqui expresso o meu reconhecimento por ter correspondido. [POEMAS: - AS PESSOAS SENSÍVEIS, Sophia de Mello Breyner; - EPÍGRAFE PARA A ARTE DE FURTAR, Jorge de Sena; - SUBMISSÃO, Maria Pereira]
Salazar na Crise da Banca Madeirense - Uma Teia de Muitos Nós é um livro do gênero HISTÓRIA do autor João Abel de Freitas editado por EDIÇOES COLIBRI no ano 2014.
Salazar na Crise da Banca Madeirense - Uma Teia de Muitos Nós tem um código ISBN 978-989-689-410-8. Neste caso, é o formato papel, mas não temos Salazar na Crise da Banca Madeirense - Uma Teia de Muitos Nós em formato ebook.
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