Viva México
Coelho, Alexandra Lucas
Portuguès

Sinopsi Viva México

«Não sei nada do México e tenho uma mochila. Este Octavio Paz ou aquele Juan Rulfo? Os dois. Poetas mexicanos contemporâneos ou Roberto Bolãno? Poetas mexicanos contemporâneos.,Uma poeta do mesmo ano que eu: Amanhã é nunca. [...] Ninguém poderá alguma vez dizer que viu a Cidade do México. Quando a começamos ver, calamo-nos, e depois nunca mais acabamos de a ver. Às seis da tarde parece Inverno. Mas não é Inverno, é a estação das chuvas. O Verão começou ontem. O chão brilha. Os aztecas celebravam a chuva como um deus. Também receberam Cortés como um deus, abrindo os braços ao apocalipse, e por cima do apocalipse o império espanhol ergueu esta cidade. Cinco séculos depois é a mais extensa do mundo. Os mexicanos nem a tratam como cidade. Chamam-lhe D.F. ou simplesmente México. Tanta gente junta mete medo. [à],Na saída, três barraquinhas de "táxis autorizados" competem pelo preço fixo: o equivalente a dez euros até ao centro. E os residentes mais cautelosos não aconselham a trocar pesos,no aeroporto desde que um francês foi seguido e assassinado depois do câmbio. Vinha dar aulas à universidade.,A Cidade do México é isto: a partir de agora somos bichos em alerta.»
EAN
9789896710538
Any d'edició
2010
Pàgines
400
Idioma
Portuguès
Col·lecció
LITERATURA DE VIAGENS
Alt
300
Ample
200
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