https://www.imosver.com/fr/libros/poemas-de-alvaro-campos-00101697730010169773Poemas de Álvaro Campos14.19Entre todos os heterónimos, Álvaro de Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes. Houve três frases distintas na sua obra. Começou a sua trajectória como decadentista (influenciado pelohttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789899/978989987799.jpgLibrosLibros/POESIAEn stockDUMBRIO EDITORA000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789899/978989987799.jpg001077222100105882870010736392001061613914.9450.759789899877993Fernando PessoaLibrosidioma_PortugaisPautor_Fernando Pessoasaga_POESIA
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Poemas de Álvaro Campos
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Entre todos os heterónimos, Álvaro de Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes. Houve três frases distintas na sua obra. Começou a sua trajectória como decadentista (influenciado pelo Simbolismo), mas logo adere ao Futurismo: é a chamada "fase sensacionista", em que produz, com um estilo assemelhado ao de Walt Whitman (a quem dedicou um poema, "Saudação a Walt Whitman"), versilibrista, jactante, e com uma linguagem eufórica onde abundam as onomatopeias, uma série de poemas de exaltação do mundo moderno, do progresso técnico e científico, da industrialização e da evolução da humanidade. Nesta primeira fase, Álvaro de Campos foi influenciado por Marinetti, o fundador do futurismo. Após uma série de desilusões e crises existenciais, a sua escrita assume uma expressão niilista ou intimista, conhecida como "fase abúlicólica", assemelhando-se bastante, sobretudo nas temáticas abordadas, à obra do Pessoa ortónimo. A desilusão do mundo em que vive, a tristeza, o cansaço ("o que há em mim é sobretudo cansaço", assim começa um dos seus mais famosos poemas) leva-o a reflectir, de modo assaz saudosista, sobre a sua infância, passada na «velha casa»: infância arquetípica, de uma felicidade plena, é o contraponto ao seu presente. Uma fase caracterizada pelo cansaço e pelo sono que se denota bastante no poema pessimista Dactilografia. No poema Aniversário Álvaro de Campos compara a sua infância, "o tempo em que festejava o dia dos meus anos" com o tempo presente, em que afirma "já não faço anos. Duro. Somam-se-me dias". Este é talvez o exemplo mais acabado - e mais conhecido - dessa mitificação da infância, por contraste à tristeza e descrença do poeta no presente.