https://www.imosver.com/pt/ebooks/tao-brasil-ou-da-hospitalidade-e-da-hostilidade-um-possivel-dialogo-entre-manuel-bandeira-e-machado-de-assis-E0002597414E0002597414«TÃO BRASIL!» OU DA HOSPITALIDADE E DA HOSTILIDADE: UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE MANUEL BANDEIRA E MACHADO DE ASSIS0.81RESUMO: Estuda-se a expressão da brasilidade em Libertinagem (Bandeira, 1930), onde por intermédio da extrema exposição da expressividade do material e do imaterial, a condensação poética alcançada pehttps://www.aglutinaeditores.com/media/resources/public/4b/4b26/4b26754436014e659b39ad0ecef9ce7d.jpgEbookEbook/POESIADisponibleUNIVERSIDAD DE SALAMANCA000https://www.aglutinaeditores.com/media/resources/public/4b/4b26/4b26754436014e659b39ad0ecef9ce7d.jpg0.8550.042016/03/14EC0026E171178GLORIA VIANAEbookaño_2016porautor_GLORIA VIANA
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«TÃO BRASIL!» OU DA HOSPI
GLORIA VIANA
UNIVERSIDAD DE SALAMANCA
POESIA
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Sinopse «TÃO BRASIL!» OU DA HOSPITALIDADE E DA HOSTILIDADE: UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE MANUEL BANDEIRA E MACHADO DE ASSIS
RESUMO: Estuda-se a expressão da brasilidade em Libertinagem (Bandeira, 1930), onde por intermédio da extrema exposição da expressividade do material e do imaterial, a condensação poética alcançada pelo poeta hospeda e exila o leitor, ao colocar em cena um profundo «senti- mento íntimo de brasilidade» (Assis, 1873). Analisa-se de que forma a opção estética pela redução ao essencial implicou na desconstrução do paradigma Romântico. Considera-se a exposição do nevrálgico rasurando a sintaxe do dramático na busca da alegria e do riso como mecanis- mos de condensação da expressividade. Infere-se que o «sentimento intimo de nacionalidade», em lirismo tão condensado, produz, por vezes, efeitos de sentido que inibem a leitura da ironia e de um olhar cruel. Reinventa-se a conversa do bonde entre o velho escritor Machado de Assis e o jovem estudante e futuro poeta, Manuel Bandeira, com o objetivo de rever os contextos e repensar os limites das rupturas e permanencias entre Romantismo e Modernismo, bem como o jogo entre hospitalidade e hostilidade na história da literatura brasileira.
Palavras-chave: Libertinagem; brasilidade; Sintaxe dramática; Machado de Assis; Manuel Bandeira; Romantismo; Modernismo:
RESUMEN: Estudiamos la expresión de brasilidad en Libertinagem (Bandeira: 1930), donde a través de la extrema exposición de la expresividad de lo material y lo inmaterial, la condensación poética alcanzada por el poeta acoge y exilia el lector, poniendo en juego un
«sentido interno de brasilidad» (Assis: 1873). Se analiza cómo la elección estética de la reducción a lo esencial dio lugar a la deconstrucción del paradigma Romántico. Se considera la expo- sición de lo estrictamente neurálgico a la sintaxis dramática en busca de la alegría y la risa como los mecanismos de condensación de la expresión. Se infiere que un «sentido interno de brasilidad» en el lirismo tan condensado, produce efectos que inhiben la lectura de la ironía y de una mirada cruel. Analizamos la charla entre el viejo escritor Machado de Assis y el joven estudiante y el futuro poeta, Manuel Bandeira, con el objetivo de revisar los contextos y repensar los límites de rupturas y continuidades entre el Romanticismo y el Modernismo, y el juego entre la hospitalidad y la hostilidad en la historia de la literatura brasileña.
Palabras clave: Libertinagem; brasilidad; Sintaxis dramática; Machado de Assis; Manuel Bandeira; Romanticismo; Modernismo.
ABSTRACT: We study the expression of Brazilianness in Libertinagem (Bandeira, 1930), where from the extreme expressiveness exposure of the materiality and the immateriality, the poetic condensation achieved by the poet hosts and exiles the reader, by staging a deep
«intimate sense of brazilianness» (Assis, 1873). We analyze how the aesthetic choice of reduction to essentials led to the deconstruction of the romantic paradigm. We consider the nerve exposure that dismantles the dramatic syntax in search for joy and laughter as a mechanism of expression condensation. We infer that the «intimate sense of brazilianness» in such a condensed lyricism sometimes produces meaning effects that inhibit the reading of irony and cruelty. We reinvent the talk of the tram between old writer Machado de Assis and the young student and future poet Manuel Bandeira, aiming to review the contexts and rethink the boundaries of ruptures and continuities between Romanticism and Modernism, as well as the game between hospitality and hostility in the history of Brazilian literature.
Key words: Libertinagem; Brazilianness; Dramatic syntax; Machado de Assis; Manuel Bandeira; Romanticism; Modernism.