https://www.imosver.com/pt/libros/amote-vermella-31099802333109980233Ámote vermella20Con Amote vermella, o poeta Claudio Rodríguez Fer conclúe a súa triloxía poética sobre a memoria histórica iniciada con Lugo blues e proseguida con A loita continúa (Xerais 2004). Este poemario elexíahttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9788497/978849782953.jpgLibrosLibros/LITERATURASin stock temporalmenteXERAIS000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9788497/978849782953.jpgCIM00350000010422752CIM0005916LMA002279121.0551.052009/03/049788497829533Rodríguez Fer, ClaudioLibrosaño_2009idioma_GalegoGautor_Rodríguez Fer, Claudiosaga_SIN COLECCION
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Con Amote vermella, o poeta Claudio Rodríguez Fer conclúe a súa triloxía poética sobre a memoria histórica iniciada con Lugo blues e proseguida con A loita continúa (Xerais 2004). Este poemario elexíaco, ilustrado pola pintora Sara Lamas, está organizado en tres partes: I. "No corazón da besta"; II. "Na besta do corazón" e III. "Memoria contra a morte". Na primeira parte, a máis extensa do libro o poeta e a pintora homenaxean a todas as mulleres vítimas da barbarie do 36, esquecidas entre os esquecidos. Así recupérase a memoria e o rostro das mulleres libertarias asasinadas en Galicia, como Josefa Barreiro González, nai humilde ou Dolores Blanco Montes, a voz das conserveiras e atadeiras do Morrazo. Outrosí faise con Juana Capdevielle, secuestrada tras ser fusilado o seu marido, Francisco Pérez Carballo, gobernador republicano da Coruña, e asasinada e enterrada en Rábade o 18 de agosto de 1936. Elexía pronunciada na lembranza de Amada García, fusilada en Ferrol o 27 de xaneiro de 1938, tras despedirse do seu pai, do seu marido e do seu fillo, acabado de nacer. Homenaxe que se estende ás mestras represaliadas (como María Vázquez Suárez, Mercedes Romero Abella ou a ourensá Erundina Alvarez Pérez), ás matronas republicanas, ás decenas de mulleres descoñecidas que agocharon a fuxidos e pagaron coa súa vida por isto ou a todas as mulleres que tolearon de dor durante aqueles anos da represión. Na segunda e terceira parte, o poeta homenaxea as súas voces filiais máis queridas. Amote vermella é un berro emocionante contra o exterminio atroz daquelas vidas desfeitas, contra o esquecemento inxusto e o silencio cómplice no que se mantivo a estas vítimas do fascismo, ao tempo que cosntitúe un chamado en solidariedade con todas as comunidades do mundo que padecesen calquera ditadura do terror.