https://www.imosver.com/pt/libros/ciencias-sociales-y-naturaleza-humana-00105075720010507572Ciencias sociales y naturaleza humana41.75Las ciencias sociales se han visto sacudidas en los últimos años por la aparición de una abundante y polémica literatura orientada a introducir en la reflexión de estas disciplinas los avances del conhttps://static.imosver.com/imagenes_small/9788430/978843095762.jpgLibrosLibros/SOCIOLOGIASin stockTECNOS000https://static.imosver.com/imagenes_small/9788430/978843095762.jpg01499809620140080036014008005043.9552.22013/03/019788430957620Castro Nogueira, Luis/Castro Nogueira, MiguelLibrosaño_2013idioma_CastelhanoCformato_Tapa blanda o Bolsilloautor_Castro Nogueira, Luis/Castro Nogueira, Miguelsaga_VENTANA ABIERTA
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Las ciencias sociales se han visto sacudidas en los últimos años por la aparición de una abundante y polémica literatura orientada a introducir en la reflexión de estas disciplinas los avances del conocimiento científico-natural. Particularmente difícil resulta acomodar los modelos ofrecidos por la Sociología, la Economía o la Antropología Cultural a los progresos conseguidos por las ciencias de la vida en la comprensión de la condición bio-psico-social del hombre. Este ensayo constituye una interesante y original contribución a esta tarea. Esta obra está comprometida con una heurística naturalista cuyas raíces se encuentran en los trabajos de R. Boyd y P. Richerson, así como en las propuestas de la Psicología Evolucionista, pero muy especialmente con el modelo de aprendizaje assessor propuesto por Laureano Castro y Miguel A. Toro. En este sentido, se halla en continuidad con trabajos anteriores como Metodología de las ciencias sociales. Una introducción crítica (Tecnos, 2005) y ¿Quién teme a la naturaleza humana? Homo suadens y el bienestar en la cultura: Biología Evolutiva, Metafísica y ciencias sociales (Tecnos, 2008). A lo largo de la obra, dividida en dos partes, el lector podrá encontrar una invitación a Otra Sociología interrogada y transformada por la heurística naturalista. En la primera parte, se recorren algunos de los lugares comunes de la teoría sociológica para mostrar las fallas del discurso sociológico en lo relativo al olvido de la naturaleza humana y a una deficiente comprensión de nuestra naturaleza social. En la segunda parte, se recorren seis ámbitos concretos de la investigación social aplicada con el propósito de mostrar los límites prácticos del modelo estándar a la hora de abordar la interpretación de la realidad social empírica.INDICE. INTRODUCCION. PARTE PRIMERA. CAPITULO I.LA SOCIOLOGIA. UNA APROXIMACION ESTANDAR AL CONCEPTO E HISTORIA DE LA DISCIPLINA. I.¿QUE ES LA SOCIOLOGIA? UNA PRIMERA APROXIMACION CONCEPTUAL. 1.El desarrollo de las ciencias. 2.La industrialización. 3.El desarrollo de las ideas democráticas. II.LA SOCIOLOGIA DESDE UNA PERSPECTIVA HISTORICA. 1.Los orígenes. 2.Segunda etapa histórica. 3.Tercera etapa. III.¿QUE ES LA SOCIOLOGIA APLICADA?. 1.Antecedentes históricos del problema. IV.ANOTACIONES NATURALISTAS. PETITIO PRINCIPII: SOBRE LA FACTICIDAD DE LO SOCIAL Y LA NEGACION INTERESADA DE LA NATURALEZA HUMANA. 1.El Modelo Estándar de las Ciencias sociales. 2.Tratar los hechos sociales como cosas: la voluntad epistemológica que funda el modelo estándar de las ciencias sociales. V.CONCLUSIONES. CAPITULO II.TRES PARADIGMAS ALTERNATIVOS EN LAS CIENCIAS SOCIALES: FUNCIONALISMO, INDIVIDUALISMO METODOLOGICO Y MARXISMO. I.LAS CIENCIAS SOCIALES COMO CIENCIAS MULTIPARADIGMATICAS. II.EL PROGRAMA DE INVESTIGACION FUNCIONALISTA-ESTRUCTURAL. 1.Colectivismo e individualismo. 2.La aproximación funcionalista-estructural. 3.El funcionalismo estructural de Parsons. 4.Un ejemplo de explicación funcionalista. III.LA EXPLICACION DESDE LA PERSPECTIVA DE LA ACCION. 1.La perspectiva del individualismo metodológico. 2.Max Weber: la comprensión explicativa de la acción social. IV.MARXISMO Y SOCIOLOGIA DEL CONFLICTO. 1.Materialismo histórico e ideología. 2.La alienación. 3.La teoría del valor-trabajo y la crítica al capitalismo. 4.Las leyes del desarrollo capitalista. 5.El fetichismo de la mercancía. CAPITULO III.ANOTACIONES NATURALISTAS. TERATOLOGIA SOCIOLOGICA: LOS COMPLICES DEL MODELO ESTANDAR. I.THERATOS. II.REPRODUCTORES. III.PREFERIDORES RACIONALES. IV.ESFORZADOS PURITANOS. CAPITULO IV.CONSTRUYENDO LA SOCIOLOGIA. I.LA SOCIOLOGIA: UNA PRIMERA APROXIMACION FENOMENOLOGICA. 1.La sociología frente a otras disciplinas. 2.Observando sociológicamente la Sociología. II.LA IMAGINACION SOCIOLOGICA. III.CONSTRUYENDO UNA CIENCIA. 1.La ruptura epistemológica. 2.Vigilancia epistemológica. 3.La construcción del objeto. IV.EL CARACTER CIENTIFICO DE LA SOCIOLOGIA. 1.Excursus histórico sobre el problema del método científico. 2.La ciencia positiva en el siglo XIX: positivismo, organicismo, historicismo y evolucionismo. 3.Los métodos de las ciencias sociales. 4.La observación científica. Concepto. 5.Tipos de observación. 6.Consistencia y fiabilidad en la observación científica. APENDICE: PARA PENSAR LA POLEMICA ENTRE METODOS CUANTITATIVOS Y CUALITATIVOS EN SOCIOLOGIA. CAPITULO V.NATURALEZA HUMANA Y CIENCIAS SOCIALES. LA HIPOTESIS DE HOMO SUADENS. I.¿UN PROGRAMA NATURALISTA PARA LAS CIENCIAS SOCIALES?. II.LA SOCIOBIOLOGIA COMO RECUPERACION DEL VIEJO PROYECTO DARWINISTA DE UNA CIENCIA DE LA NATURALEZA HUMANA. III.LA INDAGACION NATURALISTA: ¿CIENCIA O IDEOLOGIA?. IV.EL ESTADO ACTUAL DE LA INVESTIGACION NATURALISTA. V.HOMO SUADENS: LA BASE BIOLOGICA DE LAS CREENCIAS Y LA SOCIALIDAD ORIGINARIA. CAPITULO VI.LA SOCIEDAD. I.¿A QUE LLAMAMOS SOCIEDAD?. II.ORIGEN DE LAS SOCIEDADES. III.UNA APROXIMACION TIPOLOGICA A LAS FORMAS DE ORGANIZACION SOCIAL. 1.Las grandes estrategias de adaptación de las sociedades preindustriales. 2.Las sociedades industriales. 3.La madurez industrial y las sociedades postindustriales. IV.LAS INSTITUCIONES SOCIALES. 1.Atributos de las instituciones. 2.Algunas instituciones centrales en nuestro marco cultural. 3.La institución familiar. 4.Las instituciones totales. V.ANOTACIONES NATURALISTAS. HACIA UNA NUEVA ONTOLOGIA DEL VINCULO SOCIAL. CAPITULO VII.LA CULTURA. I.LA CULTURA EN LAS TRADICIONES DE PENSAMIENTO CIENTIFICO-SOCIAL. II.LA INTERPRETACION SOCIOLOGICA ESTANDAR DE LA CULTURA: EL FUNCIONALISMO PARSONIANO. 1.El papel de la cultura. III.LOS MECANISMOS COGNITIVOS RESPONSABLES DE LA PRODUCCION DE LA CULTURA: LA APROXIMACION FENOMENOLOGICA DE BERGER Y LUCKMANN. IV.EL CAMBIO CULTURAL. V.CULTURA Y CULTURAS. VI.ANOTACIONES NATURALISTAS. HOMO SUADENS Y EL BIENESTAR EN LA CULTURA. 1.La ilusión de todos los días. CAPITULO VIII.LA SOCIALIZACION. I.EL CONCEPTO. 1.Un ejemplo: el concepto de habitus en Bourdieu como núcleo de una teoría fuerte de la socialización. 2.Otros enfoques sobre el proceso de socialización. II.ETAPAS DEL PROCESO DE SOCIALIZACION. 1.La socialización primaria. 2.La socialización secundaria. III.LOS AGENTES DE SOCIALIZACION. IV.CONFORMIDAD SOCIAL Y DESVIACION. 1.Un ejemplo de la interpretación funcionalista de la desviación. 2.La interpretación funcionalista estructural de R. K. Merton. V.OTROS ENFOQUES DE ESTUDIO SOBRE LA ANOMIA Y LA DESVIACION SOCIAL. 1.Perspectivas interaccionistas: Labeling Theory. 2.Instituciones totales: cárceles, psiquiátricos, asilos. 3.La teoría radical de Taylor, Walton y Young. VI.ANOTACIONES NATURALISTAS. SOCIALIZACION Y NATURALEZA HUMANA. 1.Naturaleza humana, socialización y cambio social. 2.Elementos para el análisis de la socialidad originaria. CAPITULO IX.WALKING DEAD: CADAVERES EN EL CAMINO (I). I.LA SOCIOLOGIA Y SU SOMBRA. II.UNA TIPOLOGIA UN TANTO BORGIANA. 1.Alienados. 2.A medio hacer. 3.Resistentes. 4.Cometas sin hilo. CAPITULO X.WALKING DEAD: CADAVERES EN EL CAMINO (II). 5.Como colonias de algas. 6.Sinneontes. PARTE SEGUNDA CAPITULO XI.SOCIOLOGIA DE LA POBLACION. I.DEMOGRAFIA Y SOCIOLOGIA DE LA POBLACION. II.DATOS, METODOS Y FUENTES DE DATOS. 1.Los datos directos y el censo de población. 2.Los censos y el padrón. III.EVOLUCION DEMOGRAFICA MUNDIAL. 1.Fases del proceso de transición demográfica. 2.Los fundamentos teóricos del proceso de transición demográfica. 3.La transición demográfica en la España contemporánea. IV.SOCIOLOGIA Y DEMOGRAFIA: CONSECUENCIAS SOCIALES DE LOS PROCESOS DEMOGRAFICOS. 1.El envejecimiento de las poblaciones. 2.La inmigración. 3.El proceso de urbanización. 4.Repercusiones socioeconómicas y ambientales del urbanismo. 5.Urbanización y sociología urbana. 6.La Escuela de Chicago y la sociología urbana. V.DIVERSIDAD, IDENTIDAD, ETNICIDAD Y MULTICULTURALISMO. 1.Multiculturalismo. 2.Perspectivas de género. 3.Nacionalismos. VI.ALGUNAS LIMITACIONES DEL ME E LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL