https://www.imosver.com/pt/libros/cronicas-peugeot-00101224750010122475Crónicas Peugeot1.98Nas páginas que lemos, cruzamos a prosa do mundo da fábrica Peugeot situada em Sochaux, largando, caminho fazendo, o lastro de ideias-feitas que partilham o romantismo e o miserabilismo dos olhares lahttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989870101.jpgLibrosLibros/POLITICAEn stockDERIVA EDITORES000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789898/978989870101.jpg2.0850.12013/10/209789898701015MICHEL PIALOUX E CHRISTIAN COROUGELibrosaño_2013idioma_PortuguêsPautor_MICHEL PIALOUX E CHRISTIAN COROUGEsaga_CULTRA
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Crónicas Peugeot
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Nas páginas que lemos, cruzamos a prosa do mundo da fábrica Peugeot situada em Sochaux, largando, caminho fazendo, o lastro de ideias-feitas que partilham o romantismo e o miserabilismo dos olhares lançados de longe, social e fisicamente, sobre a existência operária, de modo a conseguir recuperar os signifi cados e sentimentos que são habitualmente usados pelos próprios operários para atribuir coerência a uma experiência social específi ca, a qual veremos em todo o esplendor da sua banalidade. Aos inúmeros méritos que têm as Crónicas Peugeot, crescentemente reconhecidos como comprovam as sucessivas homenagens públicas que recebeu recentemente,3 podemos acrescentar este compromisso irremediável com a espessura do mundo operário, sem seguir com a obsessão intelectualista de inventar uma visão heróica ou pânica dos humilhados e ofendidos com intenções de instrução pública (ou doutrinação, se quisermos). Tais operações de denúncia ou exaltação signifi cam trocar o suposto conhecimento do social por uma apropriação - que é, correlativamente, uma expropriação - do poder plenipotenciário de produção da imagem pública do operariado pelos intelectuais que supostamente a irão explicitar, indo inclusivamente ao ponto de pretenderem prescrever aos operários as maneiras de ser que lhes são próprias, consolando-os ou censurando-os quando for preciso. Em inúmeras ocasiões, por trás dos melhores propósitos intelectuais esconde-se, sem termos que supor uma intenção consciente da parte de quem quer que seja, um paternalismo intelectualista, em que os propósitos emancipatórios ou disciplinadores convergem, sem com isso dizermos que eles se equivalem de repente, tratanto ambos o operariado como entidade sob tutela epistemológica e política, a coisa que elas irão, respectivamente, educar ou domesticar para uma consciência de si ou para a utopia de uma produtividade sem fi m (é tristemente irónico que o operariado seja tratado como objecto de especulação até por quem o eleva a sujeito da história). De facto, o operariado é tratado pelas duas variantes de pensamento escolástico como uma classe-objecto, a qual vemos constantemente ser explicada sem ter oportunidade de se explicar.