https://www.imosver.com/pt/libros/la-memoria-de-borges-00104981000010498100La memoria de Borges20.9Un ensayo donde el autor investiga a modo de detective los elementos míticos y alegóricos en la obra de Borges a través de otros autores. En la literatura de Jorge Luis Borges existe un hilo filosófichttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9788418/978841832249.jpgLibrosLibros/NARRATIVAEn stockPUNTO DE VISTA000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9788418/978841832249.jpg2251.12023/04/019788418322495Moreno, Miguel AntónLibrosaño_2023idioma_CastellanoCformato_Tapa blanda o Bolsilloautor_Moreno, Miguel Antónsaga_Historia y pensamiento
Artículo
La memoria de Borges
Moreno Miguel Antón
PUNTO DE VISTA
NARRATIVA
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Un ensayo donde el autor investiga a modo de detective los elementos míticos y alegóricos en la obra de Borges a través de otros autores. En la literatura de Jorge Luis Borges existe un hilo filosófico que todos los críticos y estudiosos han buscado e interpretado para conseguir entender mejor la obra de uno de los más grandes escritores del siglo XX. Y es que el autor argentino dejó pistas repartidas en todos sus libros para aquellos curiosos que quisieran adentrarse en ellas y en su infinito universo. Miguel Antón Moreno se encarga de recabar esas pistas y reconstruir los escenarios de la poética de Borges: las bibliotecas, los laberintos, los espejos, los felinos, los relojes y los cuchillos. Entretejiendo las reflexiones de múltiples escritores, como Jenófanes, Julio Ramón Ribeyro, David Hume, Maquiavelo, Hegel, Goethe, Kafka, Richard Sennett, Flaubert, Cicerón, Ortega y Gasset, Schopenhauer, Foster Wallace, Frege, Ricardo Piglia o Fredric Jameson, nos ofrece un nuevo panorama sobre los símbolos detrás de su escritura y nos interroga: ¿qué es la ficción Así, en este ensayo, Borges se convierte en el foco de conceptos que nos invitan a cuestionar algunos de los problemas de nuestro tiempo: la fama, el canon, la violencia, la ciencia, las distopías, la memoria o el olvido. «La fulgurante escritura ensayística de Miguel Antón Moreno toma a Borges como pretexto para componer un canon personal que implica activar la biblioteca o, en otros términos, sedimentar por medio de la escritura el placer de la lectura». «Con astuto comportamiento hermenéutico ha convocado a múltiples escritores, entretejiendo sus reflexiones en un laberinto que funciona como una casa de citas, en una escritura que tengo que elogiar como ejemplarmente perversa y divertida dejando de lado la pedantería del academicismo». Fernando Castro Flórez