https://www.imosver.com/pt/libros/notaflorismos-00105273310010527331Notaflorismos14.25Aunque etimológicamente el vocablo aforismo procede del latín (aphorismus), su origen parece encontrarse en la cultura griega. Hipócrates en el siglo V-IV a. C. y Heráclito de Éfeso, un siglo antes, yhttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9788419/978841958982.jpgLibrosLibros/POESIASin stock temporalmenteOLE LIBROS000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9788419/978841958982.jpg0010766920AST00274461550.752023/06/019788419589828Cejudo Granado, FranciscoLibrosaño_2023idioma_CastellanoCformato_Tapa blanda o Bolsilloautor_Cejudo Granado, Franciscosaga_Nigredo
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Aunque etimológicamente el vocablo aforismo procede del latín (aphorismus), su origen parece encontrarse en la cultura griega. Hipócrates en el siglo V-IV a. C. y Heráclito de Éfeso, un siglo antes, ya lo utilizaron. Pero si queremos profundizar un poco más sobre dicho término y buscamos sinónimos, encontramos, como mínimo, los siguientes: adagio, apotegma, axioma, dicho, fórmula, paremia, pensamiento, precepto, proverbio, refrán, regla, sentencia, aforema, brevería, greguería, máxima, sofisma, brevedad... Está claro que me he quedado corto. Y Francisco Cejudo se atreve con un nuevo término para denotar un concepto muy manoseado que hasta podemos entender como «frases adulteradas». Al fin y al cabo una frase es, según definición de la RAE en la primera de sus ocho acepciones: Conjunto de palabras que basta para formar sentido, especialmente cuando no llega a constituir oración. Escritores como Andrés Trapiello, Ramón J. de la Serna, Gloria Fuertes, Carlos Marzal, Fernando Arrabal, Joaquín Riñón, entre otros muchos, han hecho incursiones en este campo de ocurrencias y excentricidades. Y que, obviamente, no deja de ser foco de creatividad y descubrimientos metalinguísticos. Francisco Cejudo entiende que si la poesía necesita una contemplación activa en los aforismos, esta debe ser acompañada, además, por una interrelación permanente entre contenidos y conceptos, con sus respectivas conexiones que se comunican y nos hacen apreciar la realidad de manera distinta. Pero él no se contenta con las numerosas acepciones de este término y añade otra: NOTAFLORISMO, que es, según él, un vocablo que, a modo de acróstico, se compone de NOTA, de anotación, y AFLORISMO porque aflora. (Del prólogo de Vicente Barberá)