https://www.imosver.com/gl/libros/um-antonio-telmo-marranismo-kabbalah-e-maconaria-00101346890010134689UM ANTÓNIO TELMO: MARRANISMO, KABBALAH E MAÇONARIA14.91"Uma leitura irradiante do grande filósofo português do esoterismo em diálogo com Camões, Verney, Pessoa, Pascoaes, Leonardo Coimbra, Agostinho da Silva, António Quadros e Herberto Helder Inclui o ehttps://static.serlogal.com/imagenes_small/9789896/978989677128.jpgLibrosLibros/CIENCIAS OCULTASEn stockZEFIRO EDIÇOES000https://static.serlogal.com/imagenes_small/9789896/978989677128.jpg00104354540010172736001013475815.6950.782015/08/019789896771287MARTINS, PEDROLibrosaño_2015idioma_PortuguésPautor_MARTINS, PEDROsaga_THOME NATHANAEL
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Sinopse UM ANTÓNIO TELMO: MARRANISMO, KABBALAH E MAÇONARIA
"Uma leitura irradiante do grande filósofo português do esoterismo em diálogo com Camões, Verney, Pessoa, Pascoaes, Leonardo Coimbra, Agostinho da Silva, António Quadros e Herberto Helder Inclui o ensaio inédito ""Agostinho da Silva, o marrano do Divino"" «Agostinho da Silva não concorda, estou bem certo, com as extensas homenagens que lhe têm feito depois da sua morte. Não concordará também com a imagem que daí resulta. Gostará de ver quem se lhe oponha, sem insulto ou grosseria, mas por pensar diferente.» António Telmo «Quem foi, quem é António Telmo? Partiu há quase cinco anos, deixando-nos uma saudade imensa, um vazio que nunca conseguiremos preencher, uma vasta obra por decifrar, um exemplo de filósofo errante e exilado na sua própria terra, como sempre acontece neste País envolto em brumas de inveja. Mas desde então a sua ausência física tornou-se presença constante entre aqueles que o conheceram e os que o vão descobrindo nas páginas que publicou. Nunca foi mestre de ninguém, jamais teve essa pretensão, mas quando lemos as suas palavras sentimos inevitavelmente que habita nelas uma luminosidade especial, a de alguém que buscou precisamente a luz e soube transmitir as suas centelhas nas reflexões que nos legou. Assim iluminado, António Telmo conseguiu sempre ver/ler para além da literalidade dos textos sobre os quais meditou, alguns deles (como 'Os Lusíadas') ao longo de dezenas de anos. O livro que agora temos diante de nós, escrito por Pedro Martins, nasceu de uma dupla atitude de humildade e de admiração, duas virtudes que há muito, infelizmente, caíram em desuso neste País. E, no entanto, a humildade é a qualidade mais importante para todos os que pretendem entrar no estudo da verdadeira sabedoria, como já lembrava o kabbalista Moisés Cordovero no século XVI (Moisés, o profeta maior, foi chamado æo humildeÆ). Quanto à admiração, é em si mesma um princípio essencial para quem procura seguir pelos caminhos da Filosofia - que æserve menos para nos dizer o que é do que para afirmar aquilo que deve serÆ, como escreve Pedro Martins.» António Carlos Carvalho in Prefácio"